Feeds:
Posts
Comentários

Acervo pessoal

“.. e toda vez que ela aparece eu fico esperando qualquer coisa de bom

qualquer coisa que me faça poder fazer ela se sentir com o ego inflado

de alguma maneira que ela simplesmente se sinta, pelo menos, metade do tanto que eu realmente acredito que ela é.

Sempre que a vejo sem ela estar por perto… foto… vídeo… sempre me prende por um ou dois imensos instantes o profundo negro abissal dos olhos dela

Tem vezes que dá até medo, algo tão fundo e tão negro em uma mulher tão linda e tão suave.

Tem horas que até parece contradição, mas quando se olha… nela simplesmente parecem coisas inseparáveis.

E tão embasbacado que eu fico e simplesmente tento não parecer, é o tanto quanto eu simplesmente cedo e demonstro o quanto estou.

Não fugindo de minha natureza que tanto prezo e zelo, meus olhos invariávelmente buscam

aspectos em seu corpo que saltam a eles.

O fato dos lábios sempre parecer, para mim, que estão chamando pra um beijo… ou um quase beijo…

O pescoço que se mexe e ondulam músculos e artérias e pele… que aos olhos se transformam em cheiro e vontade de sentir o gosto.

Longe de mim não notar partes mais lascivas e subliminarmente sexuais de seu corpo e de seu jeito, como seus braços e mãos… que a todo movimento sempre me remetem ao movimento de chamar…

E já tem a textura tão bem decorada em minha cabeça… mesmo sem ter a coragem safada de um dia toca-los.

Tão fácil como notar seus olhos e seus lábios, e seus seios.

Em algum lugar, de algum canto da minha cabeça, eles simplesmente parecem ilícitos, saídos de algum sonho bom onde tudo que é de verdade… é tangível e Degustável .

De tanta beleza só parece ser errado e proibido… mas quanto mais proibido, mais chamativo e convidativo.

… e a pele branca que dá gosto… na língua mesmo… mesmo nunca tendo provado… …simplesmente dá gosto.

… e os cílios que junto com as pálpebras sismam em tornar um piscar de olhos tão simples, em uma bomba atômica de proporções cataclísmicas, em um tom tão agudo, porém tão suave.

… e seus sims e nãos… e suas dúvidas e certezas… e suas apostas e desistências… suas vontades e desejos… realizados e ainda por vir.

… e ainda me perguntam o que será que ela tem…

… e a resposta é tão simplesmente óbvia que nem merece resposta mais elaborada e menos simples do que:

ela tem ela

… e eu não.”

Amelie

Lembro-me como se fosse hoje. Ela no meu escritório.

Amelie me despertou interesse no exato momento em que pousei meus olhos nela.

Tinha acabado de acordar, por isso não lembro bem da nossa conversa naquele dia.

Muito tempo se passou, a coisa esfriou, passou.

Até um dia em que ela admitiu interesse, mas não podíamos. Não faríamos.

Mais tempo… a coisa dessa vez não esfriou. Não para mim.

Embora não devêssemos nos deixar dobrar pela vontade.

Mais tempo e então.

Fui convidade para uma festa em um bar no centro da “vida noturna “ da minha cidade.

Depois de perambular procurando algo que eu não sabia, a vejo.

A última notícia que tinha sobre ela, era que ela ainda estava namorando, então cheguei como amigo, com vontade, mas como amigo.

Ao me ver, sua feição, seu sorriso. Os dentes perfeitos aparecendo por entre aqueles lábios maravilhosos.

O sorrir dos olhos.

O cheiro dela.

O modo como ela é delicada.

Fiz a pergunta inevitável – E o namorado ?

Não tem mais. – Ela me respondeu, olhando nos meus olhos. Ela sabia que eu também estava solteiro.

Não foram preciso mais palavras.

Passei a mão pela nuca dela, sentindo o pescoço, sentindo aquela delicadeza contra minha mão, opostos.

Ela não apresentou resistência.

Baixou os braços, em um sinal corporal não-consciente de aceitação.

E pela primeira vez nos beijamos, finalmente.

O resto da festa foi maravilhosa, embora eu estivesse com uma desejo quase incontrolável de pular em cima dela e devorar-la ali mesmo.

A festa chegava ao final e como eu não poderia deixar de fazer, ofereci para leva-la em casa.

O caminho de carro foi tranquilo.

Não conseguia deixar de ficar olhando para Amelie.

Os olhs dela, boca, mãos, coxas, seios, o modo com o cabelo caia sobre os ombros, como eles tocavam seus cílios. Tudo me fascinava.

Ao chegar na casa dela, vou me despedir rezando por um convite para subir.

Ao invés disso eu recebo algo pelo qual eu realmente não esperava.

Amelia, durante o beijo de despedida, puxa minha mão e coloca em seu peito.

Automaticamente puxo ela para meu colo, entre a direção e meu peito.

Enquanto nos beijamos ela conduz minha mão para dentro de sua blusa.

Abre alguns botões dela, afasta o sutiã e coloca minha mão perfeitamente posicionada, sentindo tudo em seu peito.

Os mamilos excitados, querendo.

Ao sentir meu pau duro contra sua coxa, através de minha calça, Amelie respirou fundo, como se estivesse esperando por aquilo a muito tempo, como uma criança recebendo o presente que tinha pedido.

Mas a minha vontade era grande. Meu desejo era sem tamanho.

Eu tinha que ter Amelie e tinha que ter agora.

Joguei ela devolta para o assento do carona.

Agradeci a deus dela estar usando saia.

Empurrei o banco o mais para trás que pude, deixando espaço para que eu pudesse ficar de joelhos à sua frente.

Comecei beijando sua boca, depois pescoço.

Fui descendo vagarozamente, passando pelo seu colo.

Afastando mais um pouco sua blusa, agora completamente desabotoada, pude provar a maravilha que eram seus peitos. A sensação de seus mamilos dentro de minha boca. As respostas que o corpor dela dava para cada ação minha.

Ao chupar-los, ela arqueou, puxou minha cabeça, como se quizesse que eu entrasse nela.

Continuei a descer.

Dando mordidas não muito fortes, não muito delicadas em sua barriga perfeita.

Cheguei até seus quaris. A respiração dela ficava cada vez mais ofegante.

Desci vagarosamente, passado por sua calcinha.

Com calma, comecei a tira-la.

Cada centímetro de pele dela a aparecer.

Seus pelos, tão perfeitos. Me chamando.

Não resistí, quis senti-los em minha boca. Eu tinha tesão em TUDO de Amelie.

A essa altura, ela só conseguia olhar e respirar ofegante.

Tirei sua calcinha e admirei aquela visão tão esperada.

Eu estava prestes a sentir o gosto dela.

Eu iria chupar aquela buceta que tanto quis, sentir o quanto ela estava molhada.

Ver ela gemendo e gozando.

Minha alegria não tinha tamanho.

Abri mais suas pernas e , gentilmente, comecei a chupar.

Ela gemeu. Gemeu alto.

Segurou novamente minha cabeça.

Começou a respirar e gemer ao mesmo tempo, fazendo com que sua respiração virasse um gemido alto, contínuo, lindo.

Ah, o gosto dela. Sentir seu clítoris em minha língua, ao mesmo tempo em que sentia aquele gosto de tesão.

Gosto de mulher gostosa, safada, querendo dar.

Mas eu estava decidido a fazer Amelie Gozar com minha língua.

E gozar quantas vezes ela desejasse.

Comecei a massagear os peitos dela enquanto a chupava.

Os movimentos que ela fazia com o quadril enquanto sua buceta estava em minha boca.

Segurei forte em sua bunda, meu deus, que bunda perfeita. Subi seu quadril, longe do assento do carro. Ela agora estava apóiada apenas pelas costas.

Continuei chupando sua buceta.

Ela agora estava em um êxtase lindo de se ver.

Olhos revirando para trás, boca aberta, sem conseguir soltar o gemido.

Amelie começou a tremer…

Jogou a cabeça para trás.

Deixou o gemido alto sair e convulcionou em um orgasmo no mínimo violento.

Olhar aquela cena foi maravilhoso.

Aquela mulher linda, gozando na minha frente. Me sentí um voyeur bem servido.

Ela foi descendo o corpo vagarosamente, desarqueando as costas. Ainda tremendo.

Dei alguns segundos de descanso e voltei a por minha boca em sua buceta.

Vagarosamente, com muito carinho, sabendo que ela estava super sensível ao toque, comecei a massagear novamente seu clítoris.

Bem lentamente.

Sempre prestando atenção às suas reações.

Com toda paciência continuei fazendo isso.

Com carinho, com gentileza, mas com toda safadeza.

Ela começou a gemer novamente.

Gemendo cada vez mais frequentemente.

Meu deus, eu não acredito ! – Admito que ouvir isso da boca dela, enquanto eu a chupava, foi maravilhoso. – Vou gozar denovo ! Meu deus ! Meu deus ! – Amelie gritava.

Ela dessa vez gozou de forma completamente “comportadinha”. Levou as mãos até sua boca, tapando-a.

Seu corpo ficou completamente relaxado.

O sorriso no rosto dela era recompensador.

Eu me preparava para começar a chupar ela denovo, quando ela me interroupeu.

Não, meu bem, agora eu quero você dentro de mim ! – Falou Amelie.

Colocando meu pau para fora da calça, ela o segurou de uma maneira que nunca mais na minha vida vou esquecer. Principalmente os detalhes.

Baixou ainda mais minha calça, abriu as pernas e me falou olhando nos meus olhos “  Agora me fode. Me fode como se nunca mais tu fosse fuder na vida. “.

O desejo dela, foi uma ordem.

Comecei a por meu pau dentro da buceta dela devagar.

Sentindo cada centímetro.

Sentindo como ela estava molhada, como os lábios de sua buceta envolviam meu pau.

Como ela era apertada, como meu pau “empurrava” as paredes de sua buceta.

Amelie olhava com safadeza. Prestava atenção em como meu pau entrava nela.

Levou sua mão até lá, lubrificou o dedo na sua buceta molhada e começou a se masturbar.

Uma visão sublime.

Meu pau dentro da buceta de Amelie, enquanto ela se masturbava e apreciava tudo.

Mas ela tinha me falado para fuder ela como se eu nunca mais fosse fuder na vida e era isso que ela teria.

Comecei a acelerar o movimentos do quadril gradativamente.

Com intervalos esporádicos de mudanças bruscas de velocidade.

Por vezes passando do rápido para o devagar, por outras do devagar para o rápido e até do rápido para o MUITO rápido.

Amelie só conseguia gemer e falar pequenas frases.

“ Me fode, me fode… “ foi uma frase que, deliciosamente, escutei com certa frequência, junto com “ Meu deus, que pau gostoso! “ e “ Me diz, tá gostando da minha buceta ? Tá ? “. Um verdadeiro espetáculo para os olhos e ouvidos.

Eu queria me embreagar de Amelie, queria ter ela em todos meus sentidos.

Queria o cheiro dela, e não tinha lugar melhor do que seu pescoço para isso, então, comecei a beijar e morde-lo.

Queria sentir ela com as mãos, então segurei forte em sua bunda, puxando ela para mim e entrando mais e mais com meu pau em sua buceta. Com a outra mão, fui sentir seus seios, macios e branquinhos, com seus mamilos de um rosa delicado, mas safado.

Queria sentir o gosto dela, então passei a beija-la, alternando entre seu pescoço e sua boca.

Queria ver. Ah, como era lindo aquele corpo suado. O jeito que ela olhava para mim a admirando. Fez menção com os olhos para que eu olhasse para ela se masturbando, enquanto meu pau entrava e saia de sua buceta.

Queria ouvi-la. E isso eu tinha com facilidade maravilhosa. “ Me fode”, “ vou gozar… “ .

Suas pernas seguraram meu quadril. Parecia que elas não queriam que nunca mais, meu pau saísse de dentro da buceta dela.

Comecei a sentir que também iria gozar.

Tentei segurar.

Mas as caras e bocas que Amelie fazia enquanto era fudida.

Impossível pensar em qualquer coisa diferente de “ quero fuder ela à todo custo “

Tive que avisar. Dizer que iria gozar e não teria como aguentar mais.

Ela ignorou, continuou a se mexer e a me segurar com as pernas.

Seus dedos aceleraram enquanto ela se masturbava.

Como era lindo ela levando um pau na buceta e se masturbando ao mesmo tempo.

Minha mente estava ficando em branco.

Tudo que eu conseguia ter em minha mente era aquela cena maravilhosa de Amelie prestes a gozar.

Não aguentei.

Gozei dentro dela.

Sentindo minha porra encher ela como se nunca mais fosse parar de sair.

Ela gemeu alto, gritou, tremeu.

Depois de alguns momentos deitado em cima dela, sentindo meu pau ainda dentro de sua buceta, tão cheia de minha porra, tão cheia de mim, olhei para ela, antes de conseguir dizer qualquer coisa, ela fala.

Bem, aceita um convite para subir ?

Quando estava prestes a responder, obviamente, aceitando a proposta, ela fala novamente:

Mas só se você fizer isso tudo DENOVO ! Me fudendo exatamente assim, feito eu mereço, só que agora, em todos os cômodos da minha casa.

Aposta ep01

A coisa era bem simples. Eu conseguiria resistir a todas as investidas dela.

Seja lá o que ela tentasse, seja lá o que ela usasse, ou me mostrasse.

Eu iria resistir.

No começo foi bem fácil. Como ela não acreditou que eu iria realmente resistir, ela simplesmente me olhava e dava a entender que me       queria.

Na mesa do bar,  junto com os amigos.

Do nada eu sentia um olhar em minha direção e lá estava ela, calada, olhando pra mim.

Assim que ela percebeu que eu iria SIM levar a aposta a sério ela começou a pegar pesado.

Os olhos fortes dela.

Com aquele negro profundo.

A boca que parecia sempre preparada para um beijo.

Só de ter ela perto de mim eu podia sentir meu corpo querendo pular e agarrar ela.

Mas sempre que nos encontrávamos, era em algum tipo de situação em que não caberia.

E nem eu iria ceder. Não tão fácil.

A situação continuou assim por um bom tempo.

Períodos em que nós não estávamos solteiros eram repletos de olhares.

Lembranças e brincadeiras sobre ter ganhado ou perdido a aposta.

Mas sempre respeitando a condição um do outro.

Nunca desrespeitando os respectivos companheiros.

Quando apenas um estava solteiro, o outro simplesmente se segurava… pelo menos o máximo que podia.

Será que perceber pelo olhar que a outra pessoa está pensando “coisas” é quebrar essa “regra” ?

Festa em minha casa.

Churrasco com o pessoal da antiga turma da faculdade.

Como eu era o anfitrião, tinha de prover as coisas para a churrasqueira e o churrasqueiro.

Um amigo me pede por mais copos.

Prontamente eu me disponho e digo que vou aproveitar para preparar mais carne.

Vou até o elevador.

Subo até minha casa.

Pego os copos, deixo-os separados.

No momento em que me viro para pegar a carne, o susto.

Ela estava lá.

Parada na porta, me encarando.

Vem andando até mim com a expressão de quem quer MATAR a presa.

Por ter seios fartos, pele branca, olhos negros e cabelos encaracolados também negros, ela era de uma combinação de “tons e cores” maravilhosa.

Os olhos fortes dela. Como pode existir opostos tão perfeitamente combinantes ? Olhos tão fortes em uma mulher tão delicada ? Como esses dois opostos podiam NELA ser tão combinantes ?

Mas nela… só nela… além de combinar, eles eram inseparáveis.

Ela veio se aproximando e tudo que eu podia fazer era olhar.

Encostou seu sorpo no meu, me deixando sentir o volume de seus seios contra meu peito.

Passou o braço sobre meus ombros e me encarou a menos de um palmo de distância.

Meu deus, nossas bocas a menos de um palmo de distância.

Sem falar nada, ela me beija. Passamos alguns minutos em um terno beijo de quem está matando saudades.

Nossas bocas matando saudade, mesmo sem nunca terem se conhecido.

Depois esse beijo vira fúria.

Agora não era mais saudade que preenchia aquele beijo, era TESÃO.

Minhas mãos seguravam em sua nuca e quadril, puxando ela para mim.

Ela, passeava com suas mãos pelos meus cabelos e costas.

Sem eu esperar, ela rapidamente tira a mão de minhas costas e vai em busca do meu pau.

Ela sentiu o volume crescendo contra a cintura dela e QUIS.

Abriu o velcro de minha bermuda e o abaixou.

Colocou meu pau para fora e, só aí, parou de me beijar.

Meu coração estava quase explodindo.

Ela se abaixou, olhou pra cima, nos meus olhos e depois olhou para ele.

Pude notar um ar de “finalmente” em sua maneira de olhar.

E então ela o lambeu. Da base até a parte de baixo da cabeça. Meu deus que língua era aquela.

Ao chegar na cabeça, ela o pôs dentro de sua boca e começou a vagarosamente chupar.

Minha mente estava em branco. Tudo que eu podia fazer ali era sentir.

Mas em  um momento em que ela parou, aparentemente só por um isntante para depois continuar, eu agi.

Puxei ela pra cima, olhei nos olhos dela e a coloquei sentada no balcão da cozinha.

Por estar com reupas de praia, foi perfeito para a situação.

Saída de banho como saia e o biquine.

Abri suas pernas, mostrando aquela cena maravilhosa.

Ah, a sensação de a ter de pernas abertas na minha frente, a poucos centímetros de distância.

Ela estava ofegante, olhos à meia altura, boca semi-aberta, soltando suspiros.

Afastei o biquine, revelando sua buceta perfeita e molhada.

Vagarosamente comecei a beijar o interior de suas cochas, descendo cada vez mais, me aproximando.

Virilha, exatamente antes de chupar a buceta dela.

Ela segurava um gemido alto, podia ver isso nitidamente.

Olhei nos olhos dela, parei uns segundos e lambi seu clítoris.

Ela gemeu alto. Não segurou.

Continuei então a chupando. Vagarosamente, fazendo movimentos circulares com a língua, depois mudando para movimentos verticais, depois horizontais, as vezes acelerando, outras indo mais devagar.

Ela gemia e segurava minha cabeça.

Com uma das mãos eu segurei o quadril dela, puxando-o para mim e com a outra eu subi.

Fui até seus peios. Lindos… grandes… com mamilos excitadíssimos.

Fiquei acariciando eles, ao redor dos mamilos, na lateral perto dos braços, na parte de baixo deles, nos mamilos em sí.

Ao mesmo tempo em que continuava a chupar.

Ela se contorcia e gemia. As panelas que estavam por perto já estavam no chão, a tempo, e eu nem sequer escutei o barulho.

Ela fazia movimentos com o quadril, para cima e para baixo.

Ela agora estava completamente deitada no balcão.

Meu deus como ela estava molhada. Pingando.

O cheiro maravilhoso dela querendo ser fudida.

Acelerei meus movimentos com a língua.

Ela respondeu acelerando os movimentos com o quadril e gemendo cada vez mais alto.

A cada mudança que eu fazia, ela respondia com gemidos.

Até que ela arqueou as costas, esticou os braços e soltou o gemido mais alto de todos.

Foi descendo devagar, quase como se tivesse flutuando até o balcão novamente.

E ficou lá, deitada, dormente.

Não sei quanto tempo fiquei lá olhando ela.

Depois de algum tempo ela abre os olhos, sonolentos, e me presenteia com um sorriso.

” Descemos ? ” Ela pergunta.

” Não “.

Capital Nacional

Primeiramente gostaira de agradecer a todos os que visitam meu site e que fazem minha alegria quando vejo os contadores de visitas sempre subindo mais e mais. Vocês são a razão pela qual eu criei esse blog. Gostaria de pedir uma coisa para vocês, no entendo. COMENTEM ! rsrsrs… O comentário de vocês é muito importante, fale que gozou, fale que não gostou, O QUE NÃO GOSTOU o que gostou. Tudo e qualquer coisa que vocês me cedam de informação sobre o que vocês acham dos contos é de grande ajuda para melhorar cada vez mais. Novamente, agradeço.

Muito bem, MAIS OU MENOS voltei ao meu dia-a-dia normal. Preferi voltar e colocar um post apenas com um conto primeiro, sem encheção de linguiça, em respeito às pessoas que entraram aqui no durante esse, tempo que tive de ficar afastado, atrás de CONTOS. Afinal de contas é para isso que fiz esse blog. Bem, estou na capital do nosso país, trabalhando e agora, com a cabeça no lugar.

Pessoas, muito obrigado

Shadowcat ep03

Seria a primeira vez que eu e a Letícia viajaríamos juntos

Uma viajem de negócios, quem diria ?

Embora trabalhássemos na mesma área, nunca trabalhamos juntos

agora uma oportunidade surge para as empresas em que trabalhamos

Ela viaja representado a empresa dela

Eu viajo representando a minha

Uma concorrência

Já no aeroporto a tensão entre nós é evidente

Mas não uma tensão NEGATIVA

Eu posso sentir no ar que ela está excitada, sentir no ar mesmo

Conheço bem o cheiro dela quando está com tesão e ela está com MUITO tesão

Esperamos na sala de embarque falando sobre assuntos banais

Mas não sai da minha cabeça a imagem de Letícia nua, subindo e descendo no meu pau, olhando pra mim com aquela carinha de puta que só ela sabe fazer e que eu tanto quero.

Depois de algum tempo nos chamam para embarcar

Nossos assentos, como não poderíamos deixar de fazer, um do lado do outro

Foram algumas horas de vontade, anciedade, desejo de comer ela ali mesmo, no meio do avião

Letícia SABE me deixar louco

A todo momento ela olhava pra mim, dentro nos meus olhos, me dizendo com eles que ela queria ser FUDIDA ali  mesmo

Suas mãos se colocavam entre suas pernas, segurando a barra da saia, lado a lado, forçando suas cochas e separando cada vez mais suas pernas

Em um momento ela respirou fundo, estufou o peito, proninciando aqueles seios perfeitos e delicados, olhando para mim de cima a baixo ( e por baixo entenda PAU ) e fez menção a me atacar

Meu coração acelerou e quase pulou pela minha boca, foi difícil não arrancar a calcinha dela, ficar de joelhos no chão à sua frente e comer ela ali mesmo, com todo mundo vendo

Quando finalmente chegamos ao nosso destino fomos correndo direto para o hotel

Nossos quartos eram no mesmo andar, mas não vizinhos

O meu, no final do corredor. O dela, no meio do caminho.

Após deixar ela no quarto segui para o meu

Tomei um banho gelado para tentar tirar a tensão sexual da cabeça, o que não adiantou de nada

Letícia devia ter se cansado bastante no vôo

Deve ter caído na cama como pedra

Peguei o telefone e liguei para o serviço de quarto, pedi alguma coisa para comer

Depois de algum tempo, batem na minha porta

Já apenas com cueca e camiseta, preparado para dormir, atendo a porta e recebo a entrega da camareira

Assim que ela coloca a bandeja sobre a mesa e eu faço menção de fechar a porta assim que ela sai, aparece Letícia.

Completamente nua, entra no quarto e me encara

Fico sem reação, diferentemente do meu pau, que instantâneamente fica duro

A camareira fica pasma, com aquela mulher “louca” andando nua pelo corredor e depois entrando no quarto, sem se importar com nada, como se não tivesse ninguém lá além dela e de mim

Letícia não perde tempo, olha nos olhos da camareira, desce até meu pau, tira ele para fora e começa a chupar, olhando fixamente para a camareira, ela, por sua vez, fica estática, olhos arregalados, desacreditando o que está vendo, mas não vai embora.

Minha mente estava ficando em branco

Aquele boquete era a melhor coisa do mundo, naquele momento e ter a camareira olhando me excitou de uma maneira que eu não esperava

Não sei quanto tempo se passou, juro, não tenho nocção se foram 10 segundos ou 10 horas, mas pude perceber a camareira ( que deveria ter por volta de 25/30 anos ) levando a mão à altura de sua buceta, ainda com a roupa, como quem estivesse sentindo “algo” por lá, mas como não poderia ser diferente, ela se recompôs e saiu

Letícia Não parava

Chupava meu pau como se necessitasse daquilo como ar

A porta aberta

A qualquer momento alguém poderia passar e ver aquela cena

Mas ela não se importava

Letícia me chupou com vontade, mas devagar, saboreando cada momento e cada reação minha

Até que não aguentei mais segurar e gozei, melando o rosto dela e deixando respingar um pouco em seus peitos

Simplesmente caí no chão, exatamente onde estava

Ainda com a porta escancarada

Dominada pelo tesão e pela safadeza, Letícia veio para cima de mim no chão

” Quero montar esse caralho delicioso assim, com a porta aberta, pra quem passar, me ver sendo fudida por esse pau maravilhoso. “

E falando isso ela pegou meu pau e sentou nele sem me dar tempo nem para processar a frase direito

Os gemidos dela, o barulho do meu pau entrando e saindo de sua buceta molhada

A sensação do peso dela sobre minha cintura

A carinha dela de puta… que eu tanto amo

As minúcias dela dando

O jeito que ela morde os lábios quando faz certo tipo de movimento

O jeito que ela vira os olhos enquanto coloca o dedinho atrás dela

A meneira que ela gosta de olhar meu pau sumindo e aparecendo novamente

Letícia enlouqueceu em cima do meu pau, trepou como uma louca

De repente ela se levanta, com os cabelos no rosto, ofegante, deixando meu pau completamente melado, esperando ela voltar

” Quero que tu me foda apoiada na porta “

E falando isso ela foi até o vão da porta, ainda aberta, e se apoiou, abrindo as pernas e empinando a bunda, mostrando aquela buceta SUPER molhada e perfeita

Não precisei mandar meu corpo ir até ela

Simplesmente ele, automaticamente, foi até ela e enfiou o pau dentro sem cerimônia

Letícia deu um gemido alto e longo, puxando a cabeça pra trás

Segurei no quadril dela e comecei e fuder ela com toda vontade acumulada naquele vôo de horas, que pareceram mais SEMANAS

Meu quadril batendo contra a bunda dela, enquanto meu pau fudia ela, fazia um barulho perfeito

Barulho de quem estava sendo bem comida e era isso que eu via na cara dela e escutava nos gemidos dela

Suas mãos arranhavam as paredes e a porta

Senti que ia gozar a qualquer momento

Mas eu queria que aquele momento durasse pra sempre

Segurei o orgasmo

Puxei os cabelos dela

Mordi sua nuca

Apertei seus seios

Virei o tórax dela de frente para mim e chupei eles com vontade ( Deus abençoe as mulheres flexíveis )

Letícia gemia lindamente

Ela visivelmente ADORAVA, AMAVA dar daquele jeito

Quando não aguentei mais, avisei

” Lê, eu vou gozar “

Ela olhou pra mim e com a voz de raiva mais linda do mundo, me falou

” Se você OUSAR tirar ele de dentro de mim, eu lhe MATO “

Isso foi demais pra mim

Gozei dentro dela

Sentindo a buceta dela ao redor do meu pau, enquanto eu jorrava meu gozo dentro dela

Letícia tremeu, gemeu alto, gritou, me apertou…

Sentir minha porra dentro dela, preenchendo ela como eu queria fazer para sempre pelo resto da minha vida, sem parar, sem nunca parar, nem um segundo sequer

Ela levou a mão até onde meu pau encontrava com  a buceta dela

” Ah, meu deus, que delícia, tá saindo um pouco “

Então ela veio com a mão até a boca, olhou nos meus olhos e provou um pouco, que estava em seu dedo médio

” Adorei trepar assim, com a porta aberta. Agente tem que fazer isso mais vezes. Que tu acha de você me comer no estacionamento do shopping ? Dentro do carro ? ” Ela me perguntou.

Eu não iria negar NUNCA

Letícia era perfeita, em todos os sentidos.

Não um conto…

Dessa vez não será um conto…
será um desabafo…
Hoje… depois de me considerar velho demais para tal…
Sofri uma decepção amorosa…
Então para aqueles que se encontram na mesma posição que eu …
Um brinde amigos…
Pois somos, infelizmente, maioria.

Um brinde para aqueles que sabem que estão vivos.

Não existe motivo maior para que eu crie contos e os coloque aqui.

Saber que vocês, mulheres procurando pornografia delicada, putaria suave, GOZARAM lendo meus contos…

Saber que em certo ponto X da história vocês ficaram molhadas, inquietas, querendo DAR.

Isso é meu pagamento, minha alegria com esse blog.

Vejo cada dia as visitas crescerem, o contador me dar orgulho.

E longe de mim reclamar sobre QUALQUER coisa referente a esse blog.

Só tem me dado alegrias.

Mas eu lhes peço…

Lindas, maravilhosas, delicadas e SAFADAS mulheres que visitam meu blog.

Comentem para que eu possa saber como melhorar, o que fazer e o que não fazer.

Gritem, berrem, usem o megafone e anunciem pra mim que vocês se excitam com minha mente.

E comentem para que seus comentários me deixem de pau duro também, CLARO, afinal de contas…  minha carne é de carnaval, meu coração é igual.

ATENÇÃO: Essa é a continuação do conto Shadowcat ep02. Se você começar a ler por aqui, só vai pegar metade da diversão. Desça e leia desde o princípio.

Letícia não me poupou.

Avançou para cima de mim com uma fúria que eu nunca tinha visto antes.

Sem demora, foi agarrando meu pau, e deixando-o na mira para entrar na sua buceta, enquanto se posicionava acima de mim.

A sensação deliciosa do quão quente ela estava.

Principalmente pela diferença da quentura de dentro da buceta dela, para a água, agora fria, do lado de fora.

Ela acocorada.

As gotas d’água descendo pelas curvas dela.

Sua coxa.

Sua virilha.

Seus seios.

Só de ver aquelas belezas na minha frente, molhadas, subindo e descendo, já fazia meu pau latejar ainda mais.

Escutar os gemidos de Letícia era um prazer à parte.

Baixinhos.

Não por ela estar se controlando, evitando gritos altos.

Mas pode ela estar “degustando” cada centímetro meu que entrava e saía dela.

Ver ela olhando para meu pau sumindo dentro da buceta dela, como se tivesse assistindo a um filme pornô bom, também foi maravilhoso.

Como foi maravilhoso saber que se ver dando para mim a deixou com mais tesão.

Segurei forte na bunda dela.

Ajudei com o sobe e desce.

Comecei a mover meu quadril. Um movimento contrário ao dela.

Ela fechou os olhos… Ela toda era buceta, naquele momento.

Não havia mais mente…

Apenas buceta.

Fui escorregando meus dedos pela bunda dela.

A cada centímetro que eu me aproximava do meu alvo ela dava um suspiro de susto.

Sorria e acelerava o sobe e desce.

Depois de poucos segundos, cheguei até onde pretendia.

Ao sentir a ponta do meu dedo acariciando suavemente seu cu, Letícia abriu a boca, como que esperando algo muito bom.

Lentamente fui pondo meu dedo para dentro.

Ela diminuiu o passo.

Quis sentir meu dedo entrando.

Ela sorria…

E que lindo sorriso safado.

Empinou a bunda, dando o aval para que eu entrasse mais.

Fui entrando com cuidado.

Prestando atenção para as expressões que ela fazia.

Na medida que ela fosse mostrando prazer, eu entrava mais.

Ao sentir que meu dedo todo tinha entrando, Letícia começou a se mover novamente.

Percebi que ela olhava pelo reflexo no vidro do box do banheiro, um close de toda ação.

Pelo reflexo dava para ver meu pau, com sua base encaixando perfeitamente nos lábis de sua buceta.

Meu dedo entrando no seu cuzinho e sua carinha de safada.

Ela olha para mim.

” tá gostando de ver tá ? tá gostando de ver seu pau fudendo minha buceta ? “

Quanto mais ela falava, mais eu me perdia naquela sensação maravilhosa.

” olha… olha pra minha buceta engolindo teu pau. olha a buceta dessa gostosa que você tá comendo e que só faz essas putarias contigo. “

Eu não conseguiria parar de mover meu quadril nem se eu ficasse paraplégico naquele exato momento.

Eu não pensava mais.

Se ela era só buceta, eu era meu pau.

E foi continuando a falar, que ela tocou no meu ponto fraco.

” vai, fode essa tua puta. fode essa louca safada. Goza dentro de mim. Me enche de porra. “

Ao escutar essas duas últimas frases eu não aguentei.

Aí fui eu que entrei num transe total.

Acelerei meus movimentos.

O barulho do meu quadril batendo contra a bunda dela vai povoar minha mente para sempre.

Segurando forte em sua cintura.

Puxando ela para mim.

Sentindo a buceta dela ao redor do meu pau.

Vendo aquela carinha de safada.

Vendo o close no mau pau sumindo em sua buceta.

Gozei como nunca tinha gozado antes.

Senti cada gota.

E ela sentiu também.

Letícia se tremia, como sempre quando gozava ( pelo menos, comigo )

Levou as mãos até a buceta, como se querendo sentir mais e mais a sensação que a inundava.

Eu passava as mãos por todo corpo dela.

Queria sentir cada milímetro.

Levou sua mão até onde meu pau sumia nela.

Pegou com o dedo indicador um pouco da porra que descia lentamente, “vazando” dela.

Pôs na boca. Fechou os olhos. Sorriu.

” gosto de orgasmo “

Ela ainda ficou bastante tempo sentada no mau pau.

Sentindo a mistura dele com a porra que ele tinha acabado de derramar.

Conversamos, rimos, nos beijamos.

E meu pau dentro dela.

E meu gozo escorrendo de dentro dela.

Quando ela finalmente levanta e deita ao meu lado no chão, meu pau já está completamente duro novamente.

Ela olha pra ele, olha pra mim e sorri.

” Quero esse pau dentro de mim AGORA. “

O desejo dela, era uma ordem.

( Shadow, só de passar isso pela minha cabeça, meu pau já está para explodir. Você não perde por esperar. )

Shadowcat ep02

Semanas tinham se passado depois do meu último encontro com Letícia.

Eu ainda tinha decorado o gosto dela em minha boca.

De sua boca, seus peitos, sua buceta.

Tuda ainda muito vivo em minha memória.

Deliciosamente passando e repassando em minha mente enquanto nos dirigíamos até minha casa de campo.

Ao chegarmos lá, não demorou muito até que começassem as provocações.

Primeiramente nossa amiga, que nos acompanhava, propôs um banho de piscina.

Confesso que não me saída da cabeça a eminênia de ver Letícia semi-nua.

E qualquer pedaço a mais do corpo dela, que eu pudesse ver, era maravilhoso.

O modo como a água acariciava a pele dela entre os seios.

Como ela ajeitava o biquine.

Como o ar frio do campo a arrepiava.

Não demoramos muito na piscina, já que anoite não demorou.

Voltamos para a casa, tomamos banho, jantamos.

Ficamos algumas horas no terraço conversando.

Tomando cerveja.

Comendo petiscos.

E sempre em minha mente o gosto de Letícia.

Algumas garrafas de cerveja depois e finalmente nossa amiga foi vencida pelo álcool.

O olhar de safada no rosto de Letícia foi isntantêneo assim que ficamos sozinhos.

Ela se levantou, veio até mim.

Sentou ao meu lado.

Olhei para ela como um predador olhando para a presa.

Eu tinha FOME dela.

Queria sentir o gosto dela toda.

Gosto mesmo, com a língua.

Tocar e chupar cada centímetro de Letícia.

Por que cada centímetro dela, era delicioso.

Ela abriu a boca para falar, mas eu não permiti.

” Hoje quem vai reger essa orquestra, sou eu. “

Levantei, puxei ela para a parede.

Beijei ela como quem procura ar depois de quase se afogar.

Segurei sua nuca, gentilmente ouxando sua cabeça de encontro ao meu beijo.

Minha outra mão explorava seu corpo.

Matando a saudade que ela, minha mão, tinha do corpo de Letícia.

Senti o corpo dela derreter naquela situação.

Seus joelhos fraquejando.

Percebi que ela não respirava, estava mergulhada no mesmo mar que eu estava antes de tomar fôlego ao beija-la.

Ao passar com meus dedos por sua buceta, percebi que ela já estava molhada a MUITO tempo.

A safada estava pensando as mesmas coisas que eu.

Esperando que ficássemos sós.

Que linda safadeza.

Sua calcinha ensopada foi descendo no ritmo que a gravidade impôs.

Não a penetrei.

Meus dedos apenas acariciaram, mataram saudades.

Novamente aquela sensação de seus pelos entre meus dedos.

Ela toma fôlego novamente.

No meu pé do ouvido.

” Você tá rosnando ! ” ela fala, entre risos.

Olho no olho dela.

Tesão, é o que eu vejo.

Puro e maravilhoso tesão.

Vontade de me comer.

De me destroçar em uma fúria de putaria e falta de preocupação.

Mas quem mandava, naquele momento, era eu.

” quer fazer uma brincadeirinha maldosa ? ” perguntei.

Ela me respondeu pegando na minha mão e andando para dentro da casa.

Ao chegar no quarto a levei para o banheiro.

” Nada de cama, hoje eu vou atiçar você até você enlouquecer. ” avisei, olhando nos olhos dela.

A puxei para o banheiro, e a joguei debaixo do chuveiro sem tirar suas roupas.

abri sua blusa, beijando e lambendo seu pescoço.

Ela começou a abrir minha calça.

A fome dela pelo meu pau era visível, quase palpável.

Sem que eu pedisse, ela desceu até minha cintura e trouxe meu pau para fora da calça.

Olhou como quem sentisse saudades.

Sorriu com o canto da boca.

E o engoliu inteiro.

A sensação da boca de Letícia no meu pau.

Sua língua acariciando a base dele.

Seu olhar, fitando o meu.

Me estudando.

Procurando ver o que ela faria que me agradaria mais.

Depois de um tempo, era a minha vez de agir.

Puxei ela pra cima.

” quer fazer uma coisa diferente ? “

Depois de explicar para ela a proposta, vejo um sorriso safado.

O sorriso safada que eu estava ficando viciando em ver.

Nos sentamos no chão do banheiro, agora, nus.

A proposta era simples.

Eu iria me masturbar pra ele, ela iria se masturbar para mim.

Começamos a atiçar um ao outro.

Ela deitada, com as pernas arqueadas, eu no meio das pernas dela.

Um pré papai-e-mamãe.

Mas sem que meu pau tocasse sua buceta.

Pernas se tocavam.

Mãos alisavam suas pernas.

Mas meu pau, apenas QUASE tocando sua buceta.

Ela começou devagar.

Eu acompanhei o ritmo dela.

A respiração dela começa a acelerar.

Seus dedos passeiam por seu clítoris.

Devagar, depois rápido.

Com força, depois suave.

Eu debruçado sobre ela.

Quase metendo meu pau dentro dela.

e ela olhando para ele.

Vendo eu tocando uma punheta pra ela.

Sua outra mão, que antes apenas apoiava na minha perna, agora entrava em ação.

Abrindo seus grandes lábios, em um sinal de convite para entrar.

Mas eu via que a eminência da penetração a estava deixando louca.

Nós aceleramos o passo.

Agora nos masturbávamos rápido.

Como um clímax.

Seus dedos entraram em sua buceta.

Simulavam o movimento que eu pau fazia.

Pau, que por sinal, vez por outra chegava a tocar a buceta dela.

E sempre que isso acontecia, percebia um suspiro de susto.

Ela começa a ofegar cada vez mais forte.

Suas mãos se aceleram.

o barulho de seus dedos entrando e saindo de sua buceta tão molhada com o tesão dela.

Tão molhada que a água que desde do chuveiro e é aparada por minhas costas antes de atingir ela parece pouca.

Sua boca se abre, quase soltando um grito.

Nesse momento sinto que estou prestes a gozar.

E tenho a melhor idéia da minha vida.

Quando percebo que ela está no início do orgasmo, gozo em sua buceta.

Melo ela toda por fora.

Lubrificando seus dedos com meu gozo.

Fazendo eles deslizarem.

Ela se tremeu.

Não aguentou e soltou um gemido alto.

Se tremeu.

Mordeu os lábios.

Como eu não podia deixar passar, comecei a roçar meu pau em sua buceta.

Passando a base dele no clítoris dela.

Letícia se contorcia e revirava os olhos.

Gemia alto…

Então ela olhou nos meus olhos.

” agora é a minha vez ” disse

( continua )

Pessoas… devido a apresentação de trabalhos referentes a minha Pós, dei uma afastada do blog e acabei por não escrever mais contos. Isso é temporários, posto que estes estão URRANDO na minha mente e se não coloca-los para fora, provávelmente terei um surto.

Obrigado pela compreensão e até já.

PLD

Postagens Antigas »