
Lembro-me como se fosse hoje. Ela no meu escritório.
Amelie me despertou interesse no exato momento em que pousei meus olhos nela.
Tinha acabado de acordar, por isso não lembro bem da nossa conversa naquele dia.
Muito tempo se passou, a coisa esfriou, passou.
Até um dia em que ela admitiu interesse, mas não podíamos. Não faríamos.
Mais tempo… a coisa dessa vez não esfriou. Não para mim.
Embora não devêssemos nos deixar dobrar pela vontade.
Mais tempo e então.
Fui convidade para uma festa em um bar no centro da “vida noturna “ da minha cidade.
Depois de perambular procurando algo que eu não sabia, a vejo.
A última notícia que tinha sobre ela, era que ela ainda estava namorando, então cheguei como amigo, com vontade, mas como amigo.
Ao me ver, sua feição, seu sorriso. Os dentes perfeitos aparecendo por entre aqueles lábios maravilhosos.
O sorrir dos olhos.
O cheiro dela.
O modo como ela é delicada.
Fiz a pergunta inevitável – E o namorado ?
Não tem mais. – Ela me respondeu, olhando nos meus olhos. Ela sabia que eu também estava solteiro.
Não foram preciso mais palavras.
Passei a mão pela nuca dela, sentindo o pescoço, sentindo aquela delicadeza contra minha mão, opostos.
Ela não apresentou resistência.
Baixou os braços, em um sinal corporal não-consciente de aceitação.
E pela primeira vez nos beijamos, finalmente.
O resto da festa foi maravilhosa, embora eu estivesse com uma desejo quase incontrolável de pular em cima dela e devorar-la ali mesmo.
A festa chegava ao final e como eu não poderia deixar de fazer, ofereci para leva-la em casa.
O caminho de carro foi tranquilo.
Não conseguia deixar de ficar olhando para Amelie.
Os olhs dela, boca, mãos, coxas, seios, o modo com o cabelo caia sobre os ombros, como eles tocavam seus cílios. Tudo me fascinava.
Ao chegar na casa dela, vou me despedir rezando por um convite para subir.
Ao invés disso eu recebo algo pelo qual eu realmente não esperava.
Amelia, durante o beijo de despedida, puxa minha mão e coloca em seu peito.
Automaticamente puxo ela para meu colo, entre a direção e meu peito.
Enquanto nos beijamos ela conduz minha mão para dentro de sua blusa.
Abre alguns botões dela, afasta o sutiã e coloca minha mão perfeitamente posicionada, sentindo tudo em seu peito.
Os mamilos excitados, querendo.
Ao sentir meu pau duro contra sua coxa, através de minha calça, Amelie respirou fundo, como se estivesse esperando por aquilo a muito tempo, como uma criança recebendo o presente que tinha pedido.
Mas a minha vontade era grande. Meu desejo era sem tamanho.
Eu tinha que ter Amelie e tinha que ter agora.
Joguei ela devolta para o assento do carona.
Agradeci a deus dela estar usando saia.
Empurrei o banco o mais para trás que pude, deixando espaço para que eu pudesse ficar de joelhos à sua frente.
Comecei beijando sua boca, depois pescoço.
Fui descendo vagarozamente, passando pelo seu colo.
Afastando mais um pouco sua blusa, agora completamente desabotoada, pude provar a maravilha que eram seus peitos. A sensação de seus mamilos dentro de minha boca. As respostas que o corpor dela dava para cada ação minha.
Ao chupar-los, ela arqueou, puxou minha cabeça, como se quizesse que eu entrasse nela.
Continuei a descer.
Dando mordidas não muito fortes, não muito delicadas em sua barriga perfeita.
Cheguei até seus quaris. A respiração dela ficava cada vez mais ofegante.
Desci vagarosamente, passado por sua calcinha.
Com calma, comecei a tira-la.
Cada centímetro de pele dela a aparecer.
Seus pelos, tão perfeitos. Me chamando.
Não resistí, quis senti-los em minha boca. Eu tinha tesão em TUDO de Amelie.
A essa altura, ela só conseguia olhar e respirar ofegante.
Tirei sua calcinha e admirei aquela visão tão esperada.
Eu estava prestes a sentir o gosto dela.
Eu iria chupar aquela buceta que tanto quis, sentir o quanto ela estava molhada.
Ver ela gemendo e gozando.
Minha alegria não tinha tamanho.
Abri mais suas pernas e , gentilmente, comecei a chupar.
Ela gemeu. Gemeu alto.
Segurou novamente minha cabeça.
Começou a respirar e gemer ao mesmo tempo, fazendo com que sua respiração virasse um gemido alto, contínuo, lindo.
Ah, o gosto dela. Sentir seu clítoris em minha língua, ao mesmo tempo em que sentia aquele gosto de tesão.
Gosto de mulher gostosa, safada, querendo dar.
Mas eu estava decidido a fazer Amelie Gozar com minha língua.
E gozar quantas vezes ela desejasse.
Comecei a massagear os peitos dela enquanto a chupava.
Os movimentos que ela fazia com o quadril enquanto sua buceta estava em minha boca.
Segurei forte em sua bunda, meu deus, que bunda perfeita. Subi seu quadril, longe do assento do carro. Ela agora estava apóiada apenas pelas costas.
Continuei chupando sua buceta.
Ela agora estava em um êxtase lindo de se ver.
Olhos revirando para trás, boca aberta, sem conseguir soltar o gemido.
Amelie começou a tremer…
Jogou a cabeça para trás.
Deixou o gemido alto sair e convulcionou em um orgasmo no mínimo violento.
Olhar aquela cena foi maravilhoso.
Aquela mulher linda, gozando na minha frente. Me sentí um voyeur bem servido.
Ela foi descendo o corpo vagarosamente, desarqueando as costas. Ainda tremendo.
Dei alguns segundos de descanso e voltei a por minha boca em sua buceta.
Vagarosamente, com muito carinho, sabendo que ela estava super sensível ao toque, comecei a massagear novamente seu clítoris.
Bem lentamente.
Sempre prestando atenção às suas reações.
Com toda paciência continuei fazendo isso.
Com carinho, com gentileza, mas com toda safadeza.
Ela começou a gemer novamente.
Gemendo cada vez mais frequentemente.
Meu deus, eu não acredito ! – Admito que ouvir isso da boca dela, enquanto eu a chupava, foi maravilhoso. – Vou gozar denovo ! Meu deus ! Meu deus ! – Amelie gritava.
Ela dessa vez gozou de forma completamente “comportadinha”. Levou as mãos até sua boca, tapando-a.
Seu corpo ficou completamente relaxado.
O sorriso no rosto dela era recompensador.
Eu me preparava para começar a chupar ela denovo, quando ela me interroupeu.
Não, meu bem, agora eu quero você dentro de mim ! – Falou Amelie.
Colocando meu pau para fora da calça, ela o segurou de uma maneira que nunca mais na minha vida vou esquecer. Principalmente os detalhes.
Baixou ainda mais minha calça, abriu as pernas e me falou olhando nos meus olhos “ Agora me fode. Me fode como se nunca mais tu fosse fuder na vida. “.
O desejo dela, foi uma ordem.
Comecei a por meu pau dentro da buceta dela devagar.
Sentindo cada centímetro.
Sentindo como ela estava molhada, como os lábios de sua buceta envolviam meu pau.
Como ela era apertada, como meu pau “empurrava” as paredes de sua buceta.
Amelie olhava com safadeza. Prestava atenção em como meu pau entrava nela.
Levou sua mão até lá, lubrificou o dedo na sua buceta molhada e começou a se masturbar.
Uma visão sublime.
Meu pau dentro da buceta de Amelie, enquanto ela se masturbava e apreciava tudo.
Mas ela tinha me falado para fuder ela como se eu nunca mais fosse fuder na vida e era isso que ela teria.
Comecei a acelerar o movimentos do quadril gradativamente.
Com intervalos esporádicos de mudanças bruscas de velocidade.
Por vezes passando do rápido para o devagar, por outras do devagar para o rápido e até do rápido para o MUITO rápido.
Amelie só conseguia gemer e falar pequenas frases.
“ Me fode, me fode… “ foi uma frase que, deliciosamente, escutei com certa frequência, junto com “ Meu deus, que pau gostoso! “ e “ Me diz, tá gostando da minha buceta ? Tá ? “. Um verdadeiro espetáculo para os olhos e ouvidos.
Eu queria me embreagar de Amelie, queria ter ela em todos meus sentidos.
Queria o cheiro dela, e não tinha lugar melhor do que seu pescoço para isso, então, comecei a beijar e morde-lo.
Queria sentir ela com as mãos, então segurei forte em sua bunda, puxando ela para mim e entrando mais e mais com meu pau em sua buceta. Com a outra mão, fui sentir seus seios, macios e branquinhos, com seus mamilos de um rosa delicado, mas safado.
Queria sentir o gosto dela, então passei a beija-la, alternando entre seu pescoço e sua boca.
Queria ver. Ah, como era lindo aquele corpo suado. O jeito que ela olhava para mim a admirando. Fez menção com os olhos para que eu olhasse para ela se masturbando, enquanto meu pau entrava e saia de sua buceta.
Queria ouvi-la. E isso eu tinha com facilidade maravilhosa. “ Me fode”, “ vou gozar… “ .
Suas pernas seguraram meu quadril. Parecia que elas não queriam que nunca mais, meu pau saísse de dentro da buceta dela.
Comecei a sentir que também iria gozar.
Tentei segurar.
Mas as caras e bocas que Amelie fazia enquanto era fudida.
Impossível pensar em qualquer coisa diferente de “ quero fuder ela à todo custo “
Tive que avisar. Dizer que iria gozar e não teria como aguentar mais.
Ela ignorou, continuou a se mexer e a me segurar com as pernas.
Seus dedos aceleraram enquanto ela se masturbava.
Como era lindo ela levando um pau na buceta e se masturbando ao mesmo tempo.
Minha mente estava ficando em branco.
Tudo que eu conseguia ter em minha mente era aquela cena maravilhosa de Amelie prestes a gozar.
Não aguentei.
Gozei dentro dela.
Sentindo minha porra encher ela como se nunca mais fosse parar de sair.
Ela gemeu alto, gritou, tremeu.
Depois de alguns momentos deitado em cima dela, sentindo meu pau ainda dentro de sua buceta, tão cheia de minha porra, tão cheia de mim, olhei para ela, antes de conseguir dizer qualquer coisa, ela fala.
Bem, aceita um convite para subir ?
Quando estava prestes a responder, obviamente, aceitando a proposta, ela fala novamente:
Mas só se você fizer isso tudo DENOVO ! Me fudendo exatamente assim, feito eu mereço, só que agora, em todos os cômodos da minha casa.